Necessitamos de ter espírito crítico, caso contrário não passaremos de ovelhas mal orientadas.
domingo, 27 de fevereiro de 2011
domingo, 20 de fevereiro de 2011
E somos nós um País pobre?
Com tanta gente a ganhar balúrdios, resultantes de mordomias dadas durante anos, temos do outro lado da balança pessoas a passar fome.
Aprendam com os bons exemplos.
Agora mostro-vos o exemplo de Portugal. Aqui
É para cortar? É, e é já, se não quem se pira de Portugal sou eu. Não vou andar a trabalhar para pagar luxos a esta gente.
sexta-feira, 11 de fevereiro de 2011
Parabéns "Senhor Atletismo"
Fez muito pelo Sporting, pelo Atletismo e pelo Desporto em geral. Por isso merece a minha homenagem.
Muitos Parabéns "Senhor Atletismo"
quarta-feira, 9 de fevereiro de 2011
O desafio de Alberto João Jardim
Há uma solução muito mais simples.
Alberto João Jardim, pode assumir o lugar para o qual foi eleito, Deputado da Assembleia da República, e apresenta ele mesmo uma moção de censura ao Governo da República.
Para quem não sabe, Alberto João Jardim foi o número 1 das listas do PPD/PSD na Madeira nas eleições em 2009, conquistando assim o lugar de Deputado na AR.
Porque não lhe perguntam o motivo pelo qual não ocupa a cadeira? Se não queria ocupar, porque se candidatou? Desafio os jornalistas a questionarem o próprio.
Sinceramente, gostaria de o ver na primeira fila da Assembleia da República.
P.S. Alberto João Jardim é o número 1 das listas do PPD/PSD na Madeira desde 1987. Foi eleito 7 vezes e nunca aqueceu o lugar?
Ainda bem que há pessoas assim
Ainda bem que há pessoas assim!!
segunda-feira, 7 de fevereiro de 2011
O nosso País é um paraíso para os criminosos.
Quanto mais se rouba, maior é a pena suspensa. Quanto mais se viola, maior a pena suspensa. Quanto mais se burla, maior a pena suspensa. Quanto mais se lesa o Estado, maior a pena suspensa.
Dá ideia que não vale a pena ser honesto neste País. Quanto mais honesto, mais enxovalhado, mais explorado. E para quê?
Enfim, isto é uma palhaçada e não digo mais nada para depois não me arrepender.
sexta-feira, 4 de fevereiro de 2011
Dá que pensar...
"Precisa-se de matéria prima para construir um País
Eduardo Prado Coelho - in Público
(Eduardo Prado Coelho, antes de falecer (25/08/2007), teve a lucidez de nos deixar esta reflexão, sobre nós todos, por isso façam uma leitura atenta)
A crença geral anterior era de que Santana Lopes não servia, bem como Cavaco, Durão e Guterres.
Agora dizemos que Sócrates não serve.
E o que vier depois de Sócrates também não servirá para nada.
Por isso começo a suspeitar que o problema não está no trapalhão que foi Santana Lopes ou na farsa que é o Sócrates.
O problema está em nós. Nós como povo.
Nós como matéria prima de um país.
Porque pertenço a um país onde a ESPERTEZA é a moeda sempre valorizada, tanto ou mais do que o euro.
Um país onde ficar rico da noite para o dia é uma virtude mais apreciada do que formar uma família baseada em valores e respeito aos demais.
Pertenço a um país onde, lamentavelmente, os jornais jamais poderão ser vendidos como em outros países, isto é, pondo umas caixas nos passeios onde se paga por um só jornal E SE TIRA UM SÓ JORNAL, DEIXANDO-SE OS DEMAIS ONDE ESTÃO.
Pertenço ao país onde as EMPRESAS PRIVADAS são fornecedoras particulares dos seus empregados pouco honestos, que levam para casa, como se fosse correcto, folhas de papel, lápis, canetas, clips e tudo o que possa ser útil para os trabalhos de escola dos filhos... e para eles mesmos.
Pertenço a um país onde as pessoas se sentem espertas porque conseguiram comprar um descodificador falso da TV Cabo, onde se frauda a declaração de IRS para não pagar ou pagar menos impostos.
Pertenço a um país:
-Onde a falta de pontualidade é um hábito;
-Onde os directores das empresas não valorizam o capital humano;
-Onde há pouco interesse pela ecologia, onde as pessoas atiram lixo nas ruas e, depois reclamam do governo por não limpar os esgotos;
-Onde pessoas se queixam que a luz e a água são serviços caros;
-Onde não existe a cultura pela leitura (onde os nossos jovens dizem que é muito chato ter que ler') e não há consciência nem memória política, histórica nem económica;
-Onde os nossos políticos trabalham dois dias por semana para aprovar projectos e leis que só servem para caçar os pobres, arreliar a classe média e beneficiar alguns.
-Pertenço a um país onde as cartas de condução e as declarações médicas podem ser 'compradas', sem se fazer qualquer exame.
-Um país onde uma pessoa de idade avançada, ou uma mulher com uma criança nos braços, ou um inválido, fica em pé no autocarro, enquanto a pessoa que está sentada finge que dorme para não lhe dar o lugar;
-Um país no qual a prioridade de passagem é para o carro e não para o peão;
-Um país onde fazemos muitas coisas erradas, mas estamos sempre a criticar os nossos governantes.
Quanto mais analiso os defeitos de Santana Lopes e de Sócrates, melhor me sinto como pessoa, apesar de que ainda ontem corrompi um guarda de trânsito para não ser multado.
Quanto mais digo o quanto o Cavaco é culpado, melhor sou eu como português, apesar de que ainda hoje pela manhã explorei um cliente que confiava em mim, o que me ajudou a pagar algumas dívidas.
Não. Não. Não. Já basta.
Como 'matéria prima' de um país, temos muitas coisas boas, mas falta muito para sermos os homens e as mulheres que o nosso país precisa.
Esses defeitos, essa 'CHICO-ESPERTERTICE PORTUGUESA' congénita, essa desonestidade em pequena escala, que depois cresce e evolui até se converter em casos escandalosos na política, essa falta de qualidade humana, mais do que Santana, Guterres, Cavaco ou Sócrates, é que é real e honestamente má, porque todos eles são portugueses como nós, ELEITOS POR NÓS. Nascidos aqui, não noutra parte...
Fico triste.
Porque, ainda que Sócrates se fosse embora hoje, o próximo que o suceder terá que continuar a trabalhar com a mesma matéria prima defeituosa que, como povo, somos nós mesmos.
E não poderá fazer nada...
Não tenho nenhuma garantia de que alguém possa fazer melhor, mas enquanto alguém não sinalizar um caminho destinado a erradicar primeiro os vícios que temos como povo, ninguém servirá.
Nem serviu Santana, nem serviu Guterres, não serviu Cavaco, nem serve Sócrates e nem servirá o que vier.
Qual é a alternativa ?
Precisamos de mais um ditador, para que nos faça cumprir a lei com a força e por meio do terror ?
Aqui faz falta outra coisa. E enquanto essa 'outra coisa' não comece a surgir de baixo para cima, ou de cima para baixo, ou do centro para os lados, ou como queiram, seguiremos igualmente condenados, igualmente estancados... igualmente abusados!
É muito bom ser português. Mas quando essa portugalidade autóctone começa a ser um empecilho às nossas possibilidades de desenvolvimento como Nação, então tudo muda...
Não esperemos acender uma vela a todos os santos, a ver se nos mandam um messias.
Nós temos que mudar. Um novo governante com os mesmos portugueses nada poderá fazer.
Está muito claro... Somos nós que temos que mudar.
Sim, creio que isto encaixa muito bem em tudo o que anda a acontecer-nos:
Desculpamos a mediocridade de programas de televisão nefastos e, francamente, somos tolerantes com o fracasso.
É a indústria da desculpa e da estupidez.
Agora, depois desta mensagem, francamente, decidi procurar o responsável, não para o castigar, mas para lhe exigir (sim, exigir) que melhore o seu comportamento e que não se faça de mouco, de desentendido.
Sim, decidi procurar o responsável e ESTOU SEGURO DE QUE O ENCONTRAREI QUANDO ME OLHAR NO ESPELHO.
AÍ ESTÁ. NÃO PRECISO PROCURÁ-LO NOUTRO LADO.
E você, o que pensa ?...
MEDITE !"
sexta-feira, 28 de janeiro de 2011
Recibos verdes
Desta vez não enviei aos 230. Enviei "apenas" a 44 Deputados.
"Exmo.(a) Sr.(a) Deputado(a)
Tive conhecimento da iniciativa "Petição Código Contributivo, nem Obrigado!", promovida pelo CDS.
Como jovem, tenho conhecimento de muitos amigos/colegas que se encontram na situação de "trabalhadores independentes" que emitem recibos verdes.
Coloquei trabalhadores independentes entre aspas, porque na realidade não são trabalhadores independentes. Não têm clientes (têm apenas um cliente), cumprem horário de trabalho, têm um local de trabalho numa determinada empresa/sociedade/clínica/hospital/etc., utilizam materiais fornecidos pela mesma, não têm (tais trabalhadores) possibilidade de contratar outros para os substituírem e têm um salário mensal fixo. Isto faz deles trabalhadores dependentes.
Considero que a iniciativa do CDS não ajuda a resolver, mas apenas atenua, o problema de centenas de milhares de trabalhadores "independentes", especialmente jovens qualificados. A iniciativa acaba por deixar aberta a porta a uma preocupante realidade social do nosso País. No limite, daqui a uns anos podemos ter a maioria dos trabalhadores Portugueses a emitirem recibos verdes.
Na minha opinião, quem realmente presta serviços a diversos clientes pode, por si só, constituir empresas para esse fim. Por outro lado, creio que quem realmente realiza trabalhos “isolados” pode utilizar o recibo disponível para esse efeito (acto isolado).
Quem presta serviços como trabalhador independente, sendo, no entanto, na prática um trabalhador dependente, deve ser contratado como tal.
Assim sendo, acredito que a resolução do problema passa por uma solução diferente.
Expressa a minha ideia, gostaria de lhe colocar as seguintes questões:
1 - É possível acabar com os recibos verdes? Em caso negativo, porquê?
2 – No caso de extinção dos recibos verdes não considera que as empresas/sociedades/clínicas/hospitais/etc., necessitadas de trabalhadores para desenvolverem a sua actividade, vão passar a contratar com/sem termo os trabalhadores que hoje lhes prestam serviços?"
Relativamente ao último email enviado aos 230 Deputados, recebi 23 respostas. Metade delas do tipo "não tenho conhecimento para responder" e "vou analisar e depois respondo". Coisas do género. Mas nem todos são iguais, o meu Obrigado aos Deputados que me responderam com toda a sinceridade.
terça-feira, 25 de janeiro de 2011
Eu tenho cartão de cidadão e tu?
Fiz o meu cartão em Junho de 2010 e houve alguns documentos que foram furados de modo a ficarem inactivos.
O cartão de eleitor não foi um deles. Por isso continua na minha carteira e no passado Domingo votei no sítio do costume, com o número do costume.
Porquê? Porque não mudei de casa; porque não mudei de nome; porque não mudei de sexo e porque sei a minha morada.
Havia pessoas a quererem votar no mesmo sítio que eu e que foram impossíbilitadas. Sabem porquê? Porque não sabiam o código postal e por defeito foram parar a outro local.
Muito se fala que houve pessoas que tiveram dificuldades em votar por terem feito o cartão de cidadão. Mas que bela desculpa. Gostava era de saber quantas pessoas com o cartão de cidadão é que votaram sem problema nenhum.
Um belo exemplo do típico Português. A culpa é sempre do outro.
Hoje, para meu espanto o PSD pede a demissão do Ministro e o Ministro pede desculpa.
E assim vai a política nacional. Não devem ter mais nada para fazer.
segunda-feira, 24 de janeiro de 2011
Exercício matemático
Quando parei a meio da viagem reparei que na capa do Correio da Manhã dizia qualquer coisa do Benfica de 240 m€.
Fiquei curioso. O que teriam inventado desta vez? Desta vez, diziam que o plantel tinha sido valorizado e que o clube tinha recebido propostas no valor total de 240 m€.
A razão para este post não é colocar isso em causa (podia fazer 10 post's por dia apenas sobre as mentiras que se contam nos jornais desportivos), o objectivo é fazer um exercicio matemático.
Aqui vai:
1 - Observar a seguinte notícia e mostrar que o Benfica recebeu 240 m€ em propostas pelos seus jogadores.
Boa Sorte!
Prémio: Um copo de água da torneira.
A notícia também diz que segundo fontes encarnadas o Presidente do SLB, e tratam-no por Vieira (grande cumplicidade) pensa que o jogador Ramires foi vendido por 22 m€ (valor de venda ao Chelsea a 4 de Agosto) e que esse número não reflete o valor do jogador.
Concordo plenamente!! O valor do jogador devia estar na casa do 12 m€ (valor da venda ao fundo a 20 de Junho). Se não, lá se tinham ido 5 m€ em pouco mais de 6 semanas.
É por estas e por outras que não compro jornais, prefiro um bom romance.
sexta-feira, 21 de janeiro de 2011
Semestre lectivo terminado
Foi uma experiência muito interessante e enriquecedora.
Ontem foi o exame da cadeira e hoje entreguei a última tarefa que tinha atribuida.
No próximo semestre não está previsto dar aulas. Tenho de esperar pelo primeiro semestre do próximo ano lectivo para voltar a ter oportunidade de dar aulas.
Quando ao futuro, agora que tenho disponibilidade total está na hora de trabalhar no doutoramento. Espero até meio de Fevereiro terminar um artigo e antes do verão outro. Há que trabalhar no duro que qualquer dia estamos em 2012.
Bora lá!!! O prémio é tentador.
quarta-feira, 19 de janeiro de 2011
"Porque é que o seu mundo vai ficar muito mais pequeno"
Na semana em que os preços dos combustiveis atingiram o seu máximo, partilho convosco o livro que estou a ler deste a semana passada.
Encontrei-o por acaso numa estante e já não o larguei. Devo dizer que o conteúdo é bastante interessante, embora ache que não está muito bem traduzido. Melhores edições virão.
Estou a tirar umas notas, depois partilho aqui.
Uma coisa parece clara: o preço da gasolina/gasóleo dificilmente descerá no futuro. O petróleo barato acabou, como alias já dizia José Rodrigues dos Santos no seu livro O Sétimo Selo.
Preparem-se para andar de bicicleta, a pé e cada vez mais de transportes públicos.
Depois de ter comprado um telemóvel com painel solar, pensei em comprar uma moto/bicicleta eléctrica. Quanto mais leio, mais certa parece estar a ideia.
terça-feira, 18 de janeiro de 2011
Para onde vai o meu Sporting?
Durante o jogo, que tive o prazer de assistir com um benfiquista (quase convertido...sim porque até saltava nos pseudo-golos do Sporting), iamos comentando que algo tinha de mudar. Muitos jogadores andam ali simplesmente a ganhar dezenas de milhares de Euros por mês. Já não têm gosto nenhum por jogar futebol e muito menos pernas/jeito.
Julgo que se nada for feito, o Sporting caminha a passos largos para o destino do Belenenses, Boavista, Salgueiros, Farense, Campomaiorense etc... e isso deixa-me triste e inquieto. Quando estava a chegar a casa ouvi em Directo o Presidente a demitir-se.
Como é que uma instituição como o Sporting chegou a este estado?
Tal como no nosso País, muita coisa tem de mudar. É necessário que os incompetentes/corruptos e oportunistas sejam expulsos dos lugares importantes. É necessário que novas pessoas tomem conta das instituições.
Já agora, quem vai pagar as dívidas? Tanto do Sporting como do País? Não são as gerações futuras? Então deixem que as gerações futuras tenham oportunidade para mostrar o que valem.
Muita culpa é nossa, dos jovens. Muitas vezes deixamos o tempo passar na esperança que as coisas melhorem com o passar do tempo. Somos inértes e não mostramos interesse. A realidade é que esse comportamento adia cada vez mais a resolução dos problemas, deixando uma herança cada vez mais pesada.
Vamos lá meter mãos à obra. Só o relógio pára, o tempo não.
P.S. No meu caso, mãos à obra significa ir trabalhar no artigo que tenho de escrever até ao final do mês...Quanto mais cedo terminar o Doutoramento, mais cedo tenho tempo e disponibilidade para me dedicar a um novo projecto.
sábado, 15 de janeiro de 2011
Reforma da Primeira Dama
Acho engraçado que só agora o actual Presidente e também candidato Aníbal Cavaco Silva se tenha lembrado de falar sobre o rumo do País. A última foi sobre quem paga a crise. Que acha mal que sejam apenas os funcionários públicos.
Até parece que o IVA não sobe para todos, que a segurança social seja para os funcionários públicos, que os abonos sejam apenas para os funcionários públicos etc. Que há uns que pagam menos a crise que outros não há dúvidas. Mas já agora, pode concretizar? Agradecia imenso.
Mas o motivo para escrever este post é outro. A reforma da Primeira Dama. Parece que a reforma da Primeira Dama é de apenas 800€ e o candidato Cavaco Silva diz que trabalha para ela, porque a reforma é curta.
Então mas porque será que uma pessoa formada, com 72 anos tenha uma reforma de 800€? Das três uma: não trabalhou (com remuneração) uns 70% da vida. Trabalhou em part-time e por isso tinha remunerações "pequenas". Ou se trabalhou muito e ganhava muito, não pagou os impostos devidos. Não vejo outra alternativa.
Questiono-me quantas pessoas com reformas de 800€ têm várias poupanças e uma delas no banco do momento com mais de 6 dígitos, mas não quero entrar por aí. Deixo isso para outros.
quinta-feira, 13 de janeiro de 2011
FMI? Sim ou não? Porquê?
O motivo pode parecer estranho, mas não é para salvar o País, nem muito menos o Euro. O motivo é só um: salvar a Alemanha (e também a França).
Num ano em que foi preciso "salvar" a Grécia e a Irlânda a Alemanha cresceu mais do que nos últimos 18 anos. No ano 2009 o PIB Alemão recuou 4.7% e no ano 2010 cresceu 3.6%. Uma recuperação espetacular. Facto estranho? Nem por isso.
A Alemanha aumentou o investimento público e o consumo privado teve um ligeiro aumento. O que fez a diferença foram as exportações, o que por arrasto fez aumentar o investimento privado.
Grande parte das exportações da Alemanha são de produtos manufacturados (automóveis, aviões, peças para automóveis, medicamentos, máquinas agriculas) e 60% das exportações são para o mercado comunitário.
No ano 2010 essas exportações cresceram acima de 2 dígitos para os países comunitários. Só no último trimestre o crescimento foi de 21.5%.
Moral da história, há que assegurar que os restantes países continuam a conseguir financiamento, para enviarem o dinheiro para a Alemanha. O que iria acontecer se não conseguissemos financiamento? Teriamos que reduzir o consumo. Quem perdia com isso? Quem nos vende os produtos. Logo, se pensarmos num ciclo, o FMI empresta a Portugal/Grécia/Irlanda/Espanha, os Portugueses/Gregos/Irlandeses/Espanhóis podem continuar a comprar Mercedes/Casacos/Ben-u-rons/etc e o dinheiro vai parar a Alemanha.
Belo negócio não há dúvidas.
Já agora, sabem qual era a percentagem de endividamento externo da Alemanha no final de 2009? 77.2%! Em Portugal era de 75.2%. Sabem qual era a dívida externa da Grécia? 126.8%. Da Itália? 115.2%. Da Bélgica? 97.6%. Da França? 77.5%. Até Israel, os supra-sumos em tudo, tinham uma dívida externa de 78.4%. Estamos a falar de dívida externa do Estado.
Não há líderes políticos corajosos, capazes de colocarem os interesses do País em primeiro lugar, estão é preocupados com interesses partidários. Uma cambada de mansos...
Assim sendo, que venha o FMI.