Necessitamos de ter espírito crítico, caso contrário não passaremos de ovelhas mal orientadas.
sexta-feira, 4 de maio de 2012
"Travel is the only thing you buy, that makes you richer"
Partilharam esta foto hoje no Facebook, com este pensamento:
"Travel is the only thing you buy, that makes you richer", não poderia concordar mais.
Haja capital para investir em viagens...
segunda-feira, 30 de abril de 2012
Bilhetes para o final da Taça de Portugal
Na passada segunda-feira a Federação Portuguesa de Futebol colocou os bilhetes para a final da Taça de Portugal à venda.
Eu estive atento ao site e durante todo o dia esteve indisponível. No final do dia já estava disponível e a bilheteira online estava encerrada.
No final do dia surgiu a seguinte notícia no site da FPF.
"Em apenas alguns minutos, a Federação Portuguesa de Futebol vendeu todos os bilhetes de que dispunha para a final da Taça de Portugal.
O afluxo de interessados foi de tal maneira elevado que o Portal do Futebol esteve em manutenção algumas horas."
Em alguns minutos vendeu qualquer coisa como 6 mil bilhetes. Em alguns minutos? Isso quer dizer que o site funcionou durante alguns minutos para vender milhares de bilhetes e após isso ficou em manutenção durante horas e horas? Coisa estranha...gostava de saber quem foram os felizardos que conseguiram estabelecer ligação com o portal da FPF.
Eu estive atento ao site e durante todo o dia esteve indisponível. No final do dia já estava disponível e a bilheteira online estava encerrada.
No final do dia surgiu a seguinte notícia no site da FPF.
"Em apenas alguns minutos, a Federação Portuguesa de Futebol vendeu todos os bilhetes de que dispunha para a final da Taça de Portugal.
O afluxo de interessados foi de tal maneira elevado que o Portal do Futebol esteve em manutenção algumas horas."
Em alguns minutos vendeu qualquer coisa como 6 mil bilhetes. Em alguns minutos? Isso quer dizer que o site funcionou durante alguns minutos para vender milhares de bilhetes e após isso ficou em manutenção durante horas e horas? Coisa estranha...gostava de saber quem foram os felizardos que conseguiram estabelecer ligação com o portal da FPF.
domingo, 15 de abril de 2012
Eleição Tribunal Constitucional
Os 3 maiores partidos Parlamentares vão escolher 3 pessoas para irem para o Tribunal Constitucional. O PS e o PSD já escolheram os seus nomes, falta o CDS. Esta escolha deveria ter sido feita até sexta-feira, mas foi adiada para o dia de amanhã.
Se me permitem, eu tenho uma sugestão para o CDS!!!
Há uma militante do CDS que trabalha desde os 16, licenciada em Direito, ex-assistente de Direito Administrativo, ex-ministra da Justiça, ex-administradora da CGD e administradora da EDP. Ou seja, uma pessoa muito multifacetada, só lhe falta mesmo ser nomeada para o tribunal constitucional...
Se me permitem, eu tenho uma sugestão para o CDS!!!
Há uma militante do CDS que trabalha desde os 16, licenciada em Direito, ex-assistente de Direito Administrativo, ex-ministra da Justiça, ex-administradora da CGD e administradora da EDP. Ou seja, uma pessoa muito multifacetada, só lhe falta mesmo ser nomeada para o tribunal constitucional...
quarta-feira, 4 de abril de 2012
Preço da gasolina e memória política
Deixo aqui escrito que não me surpreenderia se no final de 2012 o preço da gasolina fosse de 2€ o litro. Nada mesmo, ao ritmo que os combustíveis crescem, facilmente chegamos lá.
Disse o candidato a presidente do PSD, Passos Coelho, em 2008 o seguinte:
"Espero que o Governo proceda com a maior urgência à alteração do ISP no sentido de evitar danos ainda mais graves do que aqueles que já se estão a fazer sentir com os preços dos combustíveis (...) É o único instrumento que o Governo tem para actuar rapidamente nesta área, é a única coisa que permitirá que nos próximos meses evitar uma situação de colapso económico que se está a gerar à volta do preço dos combustíveis"
Acrescentou que: "O que será nos próximos meses se esta tendência de evolução dos preços se mantiver?"
Ao qual respondeu: "um colapso na economia portuguesa".
Um outro candidato à presidência do PSD e ex-Primeiro Ministro, Pedro Santana Lopes, disse o seguinte:
"Tenho que ter muita paciência para ouvir as coisas que as pessoas dizem sem saber do que falam (...) se [Pedro Passos Coelho] sabe do que fala, está a errar de propósito. Se não sabe, está a errar sem querer. Mas que está a errar, está a errar"
Acrescentou ainda: "Eu estou muito preocupado há muito tempo com a subida do preços dos combustíveis, mas não podemos é dizer ao Governo para fazer aquilo que não pode ou não deve ainda fazer"
Não nos devemos esquecer, que Pedro Santana Lopes foi o Primeiro-Ministro que se seguiu ao Governo de Durão Barroso, governo esse que decidiu a liberalização dos preços dos combustíveis com o argumento de que os preços iam descer.
Pedro Santana Lopes, concluiu dizendo que "Pedro Passos Coelho ao mesmo tempo defender um Estado liberal e "passar a vida a dizer que o Estado deve intervir na taxação dos preços"."
Passados 4 anos destas declarações, temos o 3º combustível mais caro antes de impostos da União Europeia.
No passado dia 19 de Março de 2012, o actual Primeiro Ministro disse que a questão dos preços dos combustíveis é "matéria que não depende da intervenção do Governo".
E como caminho a seguir diz que "é muito relevante que o País de uma maneira geral saiba tornar-se mais eficiente na utilização da energia e encontrar alternativas aos combustíveis fósseis"
De metro e de autocarro não é de certeza. Caso contrário não se tinham aumentado os preços dos bilhetes 30% no ano passado, reduzido horários, e diminuído o número de carruagens.
Quanto à intervenção do Estado num mercado que supostamente é regulado e concorrencial (digo supostamente, porque se o é, não parece) não acontece, porque o Governo não quer.
E a prova disso é a notícia de hoje, que dá conta que o Ministério da Saúde vai impor um corte de 12% no preço dos medicamentos.
Se o Estado como comprador de medicamentos pode impor um corte de 12% no preço dos medicamentos, porque não pode como comprador de energia impor um corte no preço a pagar pela energia? (seja energia eléctrica ou combustíveis fósseis)
Não se trata de não poder, trata-se de não querer.
Disse o candidato a presidente do PSD, Passos Coelho, em 2008 o seguinte:
"Espero que o Governo proceda com a maior urgência à alteração do ISP no sentido de evitar danos ainda mais graves do que aqueles que já se estão a fazer sentir com os preços dos combustíveis (...) É o único instrumento que o Governo tem para actuar rapidamente nesta área, é a única coisa que permitirá que nos próximos meses evitar uma situação de colapso económico que se está a gerar à volta do preço dos combustíveis"
Acrescentou que: "O que será nos próximos meses se esta tendência de evolução dos preços se mantiver?"
Ao qual respondeu: "um colapso na economia portuguesa".
Um outro candidato à presidência do PSD e ex-Primeiro Ministro, Pedro Santana Lopes, disse o seguinte:
"Tenho que ter muita paciência para ouvir as coisas que as pessoas dizem sem saber do que falam (...) se [Pedro Passos Coelho] sabe do que fala, está a errar de propósito. Se não sabe, está a errar sem querer. Mas que está a errar, está a errar"
Acrescentou ainda: "Eu estou muito preocupado há muito tempo com a subida do preços dos combustíveis, mas não podemos é dizer ao Governo para fazer aquilo que não pode ou não deve ainda fazer"
Não nos devemos esquecer, que Pedro Santana Lopes foi o Primeiro-Ministro que se seguiu ao Governo de Durão Barroso, governo esse que decidiu a liberalização dos preços dos combustíveis com o argumento de que os preços iam descer.
Pedro Santana Lopes, concluiu dizendo que "Pedro Passos Coelho ao mesmo tempo defender um Estado liberal e "passar a vida a dizer que o Estado deve intervir na taxação dos preços"."
Passados 4 anos destas declarações, temos o 3º combustível mais caro antes de impostos da União Europeia.
No passado dia 19 de Março de 2012, o actual Primeiro Ministro disse que a questão dos preços dos combustíveis é "matéria que não depende da intervenção do Governo".
E como caminho a seguir diz que "é muito relevante que o País de uma maneira geral saiba tornar-se mais eficiente na utilização da energia e encontrar alternativas aos combustíveis fósseis"
De metro e de autocarro não é de certeza. Caso contrário não se tinham aumentado os preços dos bilhetes 30% no ano passado, reduzido horários, e diminuído o número de carruagens.
Quanto à intervenção do Estado num mercado que supostamente é regulado e concorrencial (digo supostamente, porque se o é, não parece) não acontece, porque o Governo não quer.
E a prova disso é a notícia de hoje, que dá conta que o Ministério da Saúde vai impor um corte de 12% no preço dos medicamentos.
Se o Estado como comprador de medicamentos pode impor um corte de 12% no preço dos medicamentos, porque não pode como comprador de energia impor um corte no preço a pagar pela energia? (seja energia eléctrica ou combustíveis fósseis)
Não se trata de não poder, trata-se de não querer.
segunda-feira, 2 de abril de 2012
Independência
Esta notícia, a juntar o facto de a decisão da CGD ter sido comunicada à CMVM 26 minutos depois da OPA sobre a Cimpor ter sido anunciada diz muito da independência política da CGD.
26 minutos?
H1: 21h de sexta-feira, está a administração da CGD a trabalhar, são avisados da OPA, reunem, avaliam o preço dado pelas acções e decidem comunicar a decisão de forma independente do poder político. Isto é que é trabalhar.
H2: O Ministro das Finanças é informado previamente da OPA, e manda preparar a comunicação de venda. Alguém fica na sede da CGD à espera do anuncio da OPA, assim que é disponibilizada online envia um email para a CMVM e vai finalmente para casa, para junto da família.
Aceitam-se votos.
26 minutos?
H1: 21h de sexta-feira, está a administração da CGD a trabalhar, são avisados da OPA, reunem, avaliam o preço dado pelas acções e decidem comunicar a decisão de forma independente do poder político. Isto é que é trabalhar.
H2: O Ministro das Finanças é informado previamente da OPA, e manda preparar a comunicação de venda. Alguém fica na sede da CGD à espera do anuncio da OPA, assim que é disponibilizada online envia um email para a CMVM e vai finalmente para casa, para junto da família.
Aceitam-se votos.
domingo, 1 de abril de 2012
OPA sobre a Brisa- II
Não resisto em voltar ao tema da OPA sobre a Brisa lançada por uma parceria em que se encontra o Grupo José de Mello.
Depois de hoje (ontem) o actual Presidente da Câmara do Porto e ex-vice Presidente do PSD ter dito que achava "inadmissível" que a CGD financiasse um negócio destes. Não se trata de ser apenas inadmissível, trata-se de mais uma vez se puderem estar a misturar interesses privados com interesses públicos.
Que eu saiba a Caixa Geral de Depósitos ainda é um banco público. Detido pelo Estado Português, e não pelo Governo Português. A CGD de de todos nós (teoricamente já sabemos).
Ora, um dos administradores da CGD, escolhido pelo actual governo, é António Nogueira Leite.
Que afirmou que não ia para a CGD trabalhar pelo dinheiro. Na ida para a CGD o "dinheiro não é um assunto essencial", isto porque é uma pessoa que está habituada "a gastar pouco" e por isso pode "viver com pouco".
Curiosamente, disse isto sabendo que há uma excepção na lei do Estatuto dos Gestores Públicos que lhe irá garantir um salário bem superior ao do Presidente da República. Uma das bandeiras do partido que suporta a coligação do Governo. Não é uma medida com que eu concorde, mas andar a defender isto quando se está na oposição e fazer o contrário quando se governa já é algo que os partidos do poder em Portugal nos habituaram.
Depois da questão da excepção do salário, António Nogueira Leite disse que afinal "mais importante do que os salários é a CGD reganhar independência".
Bem, estive a ver o currículo de António Nogueira Leite e é de facto maravilhoso. Digo-o sem qualquer tipo de ironia.
Estamos a falar de uma pessoa que aos 21 anos licenciou-se em Economia na Universidade Católica Portuguesa, aos 24 e 26 anos tinha um Mestrado e um Doutoramento em Economia na Universidade do Illinois. Aos 30 anos tinha a Agregação em Economia na Universidade Nova de Lisboa. Aos 33 anos era já Catedrático na Universidade Nova de Lisboa. Uma ascensão no mínimo fantástica!!!
A chegada a Catedrático dita (mais ou menos) o inicio dos cargos de administração em várias empresas, algumas pública, outras privadas. Houve de tudo um pouco. Até que em 2002 chega à administração da BRISA, da CUF e da Quimigal, 3 empresas com capitais do Grupo José de Mello, em representação desse mesmo grupo.
Diz também ter sido "director-geral da José de Mello, SGPS, S.A., com responsabilidade global sobre Planeamento Estratégico" e que "no âmbito dessas funções foi membro dos seguintes órgãos sociais, no Grupo José de Mello:" e em seguida são apresentados 15 (Quinze) cargos de administração no Grupo José de Mello ao longo dos últimos 10 anos.
Isto de se sair da administração de um grupo privado, seguir para a administração de um banco público e em meia dúzia de meses esse mesmo grupo privado ter recorrido ao banco público para financiar uma OPA no valor de 700 e picos milhões de euros (2/3 deste valor a dividir por 3 bancos, entre os quais a CGD) é no mínimo estranho.
Quero deixar bem claro que não quero, de forma nenhuma, pôr em causa a idoneidade e as capacidades de gestão de António Nogueira Leite. Alias, acabei de fazer um elogio a forma como batalhou/estudou/trabalhou para chegar onde chegou.
Mas, não deixa de ser curioso o facto de um banco público, administrado por uma pessoa que acabou de sair de uma empresa privada, responsável global pelo planeamento estratégico, que se diz com dificuldades de liquidez e necessita de mais 1000 milhões de euros inscritos no orçamento rectificativo de 2012 para cumprir rácios de liquidez, ir apoiar agora um investimento desta ordem de grandeza na actual conjuntura da economia Portuguesa.
Será que é deste tipo de promiscuidade entre o Estado e empresas que falava em 2010 Lobo Xavier?
Será que é deste tipo de promiscuidade que falava em 2010 Paulo Ranger?
Não sei, mas que é curioso, lá isso é!
Depois de hoje (ontem) o actual Presidente da Câmara do Porto e ex-vice Presidente do PSD ter dito que achava "inadmissível" que a CGD financiasse um negócio destes. Não se trata de ser apenas inadmissível, trata-se de mais uma vez se puderem estar a misturar interesses privados com interesses públicos.
Que eu saiba a Caixa Geral de Depósitos ainda é um banco público. Detido pelo Estado Português, e não pelo Governo Português. A CGD de de todos nós (teoricamente já sabemos).
Ora, um dos administradores da CGD, escolhido pelo actual governo, é António Nogueira Leite.
Que afirmou que não ia para a CGD trabalhar pelo dinheiro. Na ida para a CGD o "dinheiro não é um assunto essencial", isto porque é uma pessoa que está habituada "a gastar pouco" e por isso pode "viver com pouco".
Curiosamente, disse isto sabendo que há uma excepção na lei do Estatuto dos Gestores Públicos que lhe irá garantir um salário bem superior ao do Presidente da República. Uma das bandeiras do partido que suporta a coligação do Governo. Não é uma medida com que eu concorde, mas andar a defender isto quando se está na oposição e fazer o contrário quando se governa já é algo que os partidos do poder em Portugal nos habituaram.
Depois da questão da excepção do salário, António Nogueira Leite disse que afinal "mais importante do que os salários é a CGD reganhar independência".
Bem, estive a ver o currículo de António Nogueira Leite e é de facto maravilhoso. Digo-o sem qualquer tipo de ironia.
Estamos a falar de uma pessoa que aos 21 anos licenciou-se em Economia na Universidade Católica Portuguesa, aos 24 e 26 anos tinha um Mestrado e um Doutoramento em Economia na Universidade do Illinois. Aos 30 anos tinha a Agregação em Economia na Universidade Nova de Lisboa. Aos 33 anos era já Catedrático na Universidade Nova de Lisboa. Uma ascensão no mínimo fantástica!!!
A chegada a Catedrático dita (mais ou menos) o inicio dos cargos de administração em várias empresas, algumas pública, outras privadas. Houve de tudo um pouco. Até que em 2002 chega à administração da BRISA, da CUF e da Quimigal, 3 empresas com capitais do Grupo José de Mello, em representação desse mesmo grupo.
Diz também ter sido "director-geral da José de Mello, SGPS, S.A., com responsabilidade global sobre Planeamento Estratégico" e que "no âmbito dessas funções foi membro dos seguintes órgãos sociais, no Grupo José de Mello:" e em seguida são apresentados 15 (Quinze) cargos de administração no Grupo José de Mello ao longo dos últimos 10 anos.
Isto de se sair da administração de um grupo privado, seguir para a administração de um banco público e em meia dúzia de meses esse mesmo grupo privado ter recorrido ao banco público para financiar uma OPA no valor de 700 e picos milhões de euros (2/3 deste valor a dividir por 3 bancos, entre os quais a CGD) é no mínimo estranho.
Quero deixar bem claro que não quero, de forma nenhuma, pôr em causa a idoneidade e as capacidades de gestão de António Nogueira Leite. Alias, acabei de fazer um elogio a forma como batalhou/estudou/trabalhou para chegar onde chegou.
Mas, não deixa de ser curioso o facto de um banco público, administrado por uma pessoa que acabou de sair de uma empresa privada, responsável global pelo planeamento estratégico, que se diz com dificuldades de liquidez e necessita de mais 1000 milhões de euros inscritos no orçamento rectificativo de 2012 para cumprir rácios de liquidez, ir apoiar agora um investimento desta ordem de grandeza na actual conjuntura da economia Portuguesa.
Será que é deste tipo de promiscuidade entre o Estado e empresas que falava em 2010 Lobo Xavier?
Será que é deste tipo de promiscuidade que falava em 2010 Paulo Ranger?
Não sei, mas que é curioso, lá isso é!
sexta-feira, 30 de março de 2012
Prioridades de Financiamento - OPA sobre a Brisa
Todos sabemos que a banca está com falta de capital, o que leva a que haja menos dinheiro emprestado à economia. Este facto levou a uma necessidade de "recapitalização" da banca (resta saber onde foi parar esse capital, para estarem hoje descapitalizados). Ora, o Governo anterior e este Governo disponibilizaram garantias do Estado para que a banca se pudesse financiar a juros mais baixos.
Sabemos também que a negociação da recapitalização da banca foi fruto de muita discussão e está incluída no programa de assistência assinado com a Comissão Europeia, FMI e BCE.
Ao longo do último ano, foram várias as notícias que deram conta que vários bancos utilizaram a garantia do Estado para se financiarem. BES-1; CGD-1; BANIF-1; BCP-1; BES-2; CGD-2; BES-3; BCP-2;
Ou seja, o Estado Português está a dar garantias que paga caso os bancos não possam pagar para que esses mesmo bancos se possam financiar e injectar dinheiro na economia. Se isto está correcto ou não, não tenho opinião formada. Agora que se trata de uma interferência do Estado no negócio entre privados, lá isso trata.
Bem sei que esta decisão não é do actual Primeiro Ministro. Mas foi este Primeiro Ministro que afirmou que "Nós não queremos um Estado que apoie algumas empresas e não outras."
O que está agora a acontecer é exactamente isso. O Estado está a apoiar um conjunto de empresas e outras não. Ora vejamos: A banca não tem matéria prima para vender, o Estado ajuda a banca a adquirir matéria prima. Um restaurante não tem carne para vender, o Estado não o ajuda a comprar a carne que precisa para vender as refeições.
Repito, esta decisão não partiu do actual Governo, já vinha de trás e é uma medida aceite, sugerida e posta em prática para lá da nossa fronteira.
O que me levou a escrever, não é o facto de haver uma linha de financiamento para a banca apoiada pelo Estado. Mas sim o destino que está a tomar esse finaciamento conseguido com a ajuda do Estado.
Isto porque o Estado Português (todos nós) anda pagar juros de um empréstimo de 12 mil milhões de euros da Troika que estão disponíveis para serem utilizados pela banca. Anda o Estado Português a assumir um risco de incomprimento por parte dos bancos quando dá uma garantia e depois o pouco dinheiro que a banca tem disponível para emprestar vai para meia dúzia de empresas/organizações. Isso é que está errado!
O Governo comprometeu-se a ter "uma palavra a dizer nas prioridades de concessão de crédito" quando a banca pedia ajuda ao Estado e neste caso acho que devia dizer se concorda, ou não, com a prioridade que 3 bancos: BCP, BES e CGD estão a dar aos seus escassos recursos num empréstimo ao Grupo Económico José de Mello na OPA sobre a Brisa. Estamos a falar de um valor na casa dos 450 milhões de euros que poderão ir de uma vez só para um único negócio entre particulares em Portugal.
Isto, num momento em que sabemos que o crédito está a diminuir, os spreads a aumentar e a recessão a colocar em alerta o processo de recapitalização da banca.
Curioso é o facto de o BPI, banco que até agora se negou a utilizar a garantia do Estado ter ficado fora deste negócio. Se calhar, tem outras prioridades, deverá ser a influência Espanhola La Caixa...
P.S. As fontes utilizadas nos pedidos de garantia do Estado (comunicação social) não são os melhores, mas essa informação deverá estar disponível na CMVM.
Sabemos também que a negociação da recapitalização da banca foi fruto de muita discussão e está incluída no programa de assistência assinado com a Comissão Europeia, FMI e BCE.
Ao longo do último ano, foram várias as notícias que deram conta que vários bancos utilizaram a garantia do Estado para se financiarem. BES-1; CGD-1; BANIF-1; BCP-1; BES-2; CGD-2; BES-3; BCP-2;
Ou seja, o Estado Português está a dar garantias que paga caso os bancos não possam pagar para que esses mesmo bancos se possam financiar e injectar dinheiro na economia. Se isto está correcto ou não, não tenho opinião formada. Agora que se trata de uma interferência do Estado no negócio entre privados, lá isso trata.
Bem sei que esta decisão não é do actual Primeiro Ministro. Mas foi este Primeiro Ministro que afirmou que "Nós não queremos um Estado que apoie algumas empresas e não outras."
O que está agora a acontecer é exactamente isso. O Estado está a apoiar um conjunto de empresas e outras não. Ora vejamos: A banca não tem matéria prima para vender, o Estado ajuda a banca a adquirir matéria prima. Um restaurante não tem carne para vender, o Estado não o ajuda a comprar a carne que precisa para vender as refeições.
Repito, esta decisão não partiu do actual Governo, já vinha de trás e é uma medida aceite, sugerida e posta em prática para lá da nossa fronteira.
O que me levou a escrever, não é o facto de haver uma linha de financiamento para a banca apoiada pelo Estado. Mas sim o destino que está a tomar esse finaciamento conseguido com a ajuda do Estado.
Isto porque o Estado Português (todos nós) anda pagar juros de um empréstimo de 12 mil milhões de euros da Troika que estão disponíveis para serem utilizados pela banca. Anda o Estado Português a assumir um risco de incomprimento por parte dos bancos quando dá uma garantia e depois o pouco dinheiro que a banca tem disponível para emprestar vai para meia dúzia de empresas/organizações. Isso é que está errado!
O Governo comprometeu-se a ter "uma palavra a dizer nas prioridades de concessão de crédito" quando a banca pedia ajuda ao Estado e neste caso acho que devia dizer se concorda, ou não, com a prioridade que 3 bancos: BCP, BES e CGD estão a dar aos seus escassos recursos num empréstimo ao Grupo Económico José de Mello na OPA sobre a Brisa. Estamos a falar de um valor na casa dos 450 milhões de euros que poderão ir de uma vez só para um único negócio entre particulares em Portugal.
Isto, num momento em que sabemos que o crédito está a diminuir, os spreads a aumentar e a recessão a colocar em alerta o processo de recapitalização da banca.
Curioso é o facto de o BPI, banco que até agora se negou a utilizar a garantia do Estado ter ficado fora deste negócio. Se calhar, tem outras prioridades, deverá ser a influência Espanhola La Caixa...
P.S. As fontes utilizadas nos pedidos de garantia do Estado (comunicação social) não são os melhores, mas essa informação deverá estar disponível na CMVM.
segunda-feira, 26 de março de 2012
Human Rights
“Those who fight today against torture, poverty and discrimination are not giants or superheroes. They are people—kids, mothers, fathers, teachers—free-thinking individuals who refuse to be silent, who realize that human rights are not a history lesson, they’re not words on a page, they’re not speeches or commercials or PR campaigns. They are the choices we make every day as human beings. They are the responsibility we all share, to respect each other, to help each other and to protect those in need.”
I am a free-thinking individual who refuse to be silent. Nevertheless, I can and I must do much more!!!
I am a free-thinking individual who refuse to be silent. Nevertheless, I can and I must do much more!!!
sexta-feira, 23 de março de 2012
Bloqueio vrs bloquear
Só um cego é que não vê os bloqueios e agarrões que existem no futebol. Seja do Benfica, do Sporting ou de outro clube qualquer.
Agora, dizer que não existem quando existem é no mínimo ridículo. Foi isso que fez o treinador do Benfica no dia de ontem. Admite que existem bloqueios por parte dos seus jogadores como foram de se libertarem dos agarrões dos adversários. Ou seja, está-se a desculpar com os erros dos outros.
Diz ainda que: "Nas leis do jogo não existe a palavra bloqueio. Existe sim antecipação. Isto é uma forma de alertar para a qualidade das nossas bolas paradas. Não trabalhamos bloqueios, isso é no basquetebol."
e
"O que há é antecipações, diretas ou de espaço"
Ora, isto é mentira! Nas leis de jogo existe de facto a palavra bloquear. Vejam na página 116 das regras do jogo.
"Por “impedir a progressão de um adversário” entende-se colocar-se na trajetória do adversário para o obstruir, bloquear, abrandar a sua corrida, ou obrigá-lo a mudar de direção, sem que a bola se encontre a uma distância jogável para ambos os jogadores."
Diz ainda na página 37, referente aos livres indirectos o seguinte:
"Um pontapé-livre indireto será igualmente concedido à equipa adversária quando, no entender do árbitro, um jogador:
• impedir a progressão de um adversário"
Não se trata apenas do último jogo entre o Benfica e Porto. Se virem as imagens do jogo do campeonato entre o benfica e porto, no 2º golo do benfica o Luisão está fora-de-jogo no momento em que o livre é marcado, não se faz à bola, fica parado literalmente a tentar "impedir a progressão de um adversário". Admito que o árbitro não marque, nem o fora-de-jogo nem o bloqueio. Agora, atirar areia para os olhos das pessoas é que não.
Vejam com os vossos próprios olhos a repetição da jogada (1:50), vista de trás da baliza. Qual é a intenção que o Luisão tem em jogar a bola? Nenhuma!
Ou seja, a bola não estava jogável, o jogador não estava a ser agarrado e o jogador colocou-se em fora-de-jogo numa posição de modo a obstruir/bloquear a passagem dos jogadores adversários. Logo, deveria ter sido assinalada falta neste segundo golo do benfica.
Agora, dizer que não existem quando existem é no mínimo ridículo. Foi isso que fez o treinador do Benfica no dia de ontem. Admite que existem bloqueios por parte dos seus jogadores como foram de se libertarem dos agarrões dos adversários. Ou seja, está-se a desculpar com os erros dos outros.
Diz ainda que: "Nas leis do jogo não existe a palavra bloqueio. Existe sim antecipação. Isto é uma forma de alertar para a qualidade das nossas bolas paradas. Não trabalhamos bloqueios, isso é no basquetebol."
e
"O que há é antecipações, diretas ou de espaço"
Ora, isto é mentira! Nas leis de jogo existe de facto a palavra bloquear. Vejam na página 116 das regras do jogo.
"Por “impedir a progressão de um adversário” entende-se colocar-se na trajetória do adversário para o obstruir, bloquear, abrandar a sua corrida, ou obrigá-lo a mudar de direção, sem que a bola se encontre a uma distância jogável para ambos os jogadores."
Diz ainda na página 37, referente aos livres indirectos o seguinte:
"Um pontapé-livre indireto será igualmente concedido à equipa adversária quando, no entender do árbitro, um jogador:
• impedir a progressão de um adversário"
Não se trata apenas do último jogo entre o Benfica e Porto. Se virem as imagens do jogo do campeonato entre o benfica e porto, no 2º golo do benfica o Luisão está fora-de-jogo no momento em que o livre é marcado, não se faz à bola, fica parado literalmente a tentar "impedir a progressão de um adversário". Admito que o árbitro não marque, nem o fora-de-jogo nem o bloqueio. Agora, atirar areia para os olhos das pessoas é que não.
Vejam com os vossos próprios olhos a repetição da jogada (1:50), vista de trás da baliza. Qual é a intenção que o Luisão tem em jogar a bola? Nenhuma!
Ou seja, a bola não estava jogável, o jogador não estava a ser agarrado e o jogador colocou-se em fora-de-jogo numa posição de modo a obstruir/bloquear a passagem dos jogadores adversários. Logo, deveria ter sido assinalada falta neste segundo golo do benfica.
quinta-feira, 22 de março de 2012
Portugal de volta aos mercados II
Aqui está a notícia que corrobora o que disse no passado dia 6 de Março.
O nosso Primeiro Ministro já teve a bênção de Ricardo Salgado, que venham os milhões!
Aqui está outra.
O nosso Primeiro Ministro já teve a bênção de Ricardo Salgado, que venham os milhões!
Aqui está outra.
segunda-feira, 19 de março de 2012
Privatização dos Estaleiros Navais de Viana do Castelo
Já sabemos (ou prevemos) quanto custou ao Estado (todos nós) os crimes (alegadamente) praticados no BPN. A última fatia foram 600 milhões de Euros no início de 2012. Isto, para salvar uma empresa que será privatizada por 40 milhões de Euros.
Hoje, sabemos que o Governo quer privatizar os Estaleiros de Viana do Castelo. Uma empresa pública com capitais próprios negativos de aproximadamente 100 milhões de Euros. Resta saber por quanto a venderão. Tal como no caso da EDP, da CP, Águas de Portugal, REN, TAP, ANA, Pavilhão Atlântico, este Governo está com pressa em alienar património para que possa "resolver os problemas um de cada vez". Isto claro, de modo a cumprir o programa da Troika (só algumas medidas é que são para cumprir, a TSU e a redução dos pagamentos à EDP fica para depois).
Sabemos que no caso BPN a privatização, para além do gasto de dinheiro público durante todo o processo, significa a dispensa de 50% dos trabalhadores. Resta agora saber o que significa "salvaguardar o maior número de postos de trabalho possível". Serão 20%? 80%? 100%? Cá estaremos para ver.
O facto de vender património do Estado ao desbarato não me surpreende, não é de hoje.
O que me surpreende é o facto de o Ministro da Defesa admitir publicamente que ao longo dos últimos meses andou a ouvir diversos candidatos para a compra dos Estaleiros Navais de Viana do Castelo. Disse até, por lapso, que já tem algumas propostas (corrigindo logo a palavra propostas para intenções) à privatização.
- Ora, como pode um governo ter manifestações de intenções/propostas por uma empresa quando não se sabe que a empresa está em processo de privatização?
- Quem foram as empresas/grupos que tiveram acesso a esta informação? A esta intenção de venda? Que critério utilizou o governo para escolher o conjunto de empresas/grupos a quem disse que estava interessado em vender os estaleiros?
- Será isto um exemplo de transparência nas privatizações, quando um conjunto restrito de empresas/grupos têm a acesso a informações antes de os restantes grupos/empresas?
- Tratando-se de um concurso internacional para a venda da empresa pública, como poderá ser o processo de privatização justo e transparante quando existem neste momento empresas/grupos com informações sobre o processo de privatização?
O Ministro da Defesa diz ainda que "nas próximas 8 semanas será possível fechar o modelo de privatização".
Como poderá ser feito um modelo de forma isenta quando já se ouviram algumas propostas, ups intenções, de compra da empresa?
Hoje, sabemos que o Governo quer privatizar os Estaleiros de Viana do Castelo. Uma empresa pública com capitais próprios negativos de aproximadamente 100 milhões de Euros. Resta saber por quanto a venderão. Tal como no caso da EDP, da CP, Águas de Portugal, REN, TAP, ANA, Pavilhão Atlântico, este Governo está com pressa em alienar património para que possa "resolver os problemas um de cada vez". Isto claro, de modo a cumprir o programa da Troika (só algumas medidas é que são para cumprir, a TSU e a redução dos pagamentos à EDP fica para depois).
Sabemos que no caso BPN a privatização, para além do gasto de dinheiro público durante todo o processo, significa a dispensa de 50% dos trabalhadores. Resta agora saber o que significa "salvaguardar o maior número de postos de trabalho possível". Serão 20%? 80%? 100%? Cá estaremos para ver.
O facto de vender património do Estado ao desbarato não me surpreende, não é de hoje.
O que me surpreende é o facto de o Ministro da Defesa admitir publicamente que ao longo dos últimos meses andou a ouvir diversos candidatos para a compra dos Estaleiros Navais de Viana do Castelo. Disse até, por lapso, que já tem algumas propostas (corrigindo logo a palavra propostas para intenções) à privatização.
- Ora, como pode um governo ter manifestações de intenções/propostas por uma empresa quando não se sabe que a empresa está em processo de privatização?
- Quem foram as empresas/grupos que tiveram acesso a esta informação? A esta intenção de venda? Que critério utilizou o governo para escolher o conjunto de empresas/grupos a quem disse que estava interessado em vender os estaleiros?
- Será isto um exemplo de transparência nas privatizações, quando um conjunto restrito de empresas/grupos têm a acesso a informações antes de os restantes grupos/empresas?
- Tratando-se de um concurso internacional para a venda da empresa pública, como poderá ser o processo de privatização justo e transparante quando existem neste momento empresas/grupos com informações sobre o processo de privatização?
O Ministro da Defesa diz ainda que "nas próximas 8 semanas será possível fechar o modelo de privatização".
Como poderá ser feito um modelo de forma isenta quando já se ouviram algumas propostas, ups intenções, de compra da empresa?
terça-feira, 13 de março de 2012
Ideia engraçada
Ontem vi uma publicação no facebook com uma ideia engraçada. Já tinha pensado em algo do género para captar a evolução da gravidez, mas não desta forma.
Aqui fica o filme.
Aqui fica o filme.
domingo, 11 de março de 2012
Vietame? Onde fica isso?
terça-feira, 6 de março de 2012
Portugal de regresso aos mercados
Todos nos lembramos da reunião em que os principais banqueiros em Portugal decidiram cortar o financiamento ao Estado Português.
Um ano passado, o BCE dá crédito ilimitado aos bancos a taxas de juro de 1%. Os bancos Portugueses (e os restantes) que apresentem "activos suficientes e elegíveis como colaterais" podem-se financiar a taxas de juro de 1%.
Ou seja, podem comprar dinheiro a 1% e vender, por exemplo, a 4.5% (ganhando 3.5%) nos leilões que o Estado Português venha a fazer nos próximos tempos.
Aqui está uma excelente notícia para o Governo de Passos Coelho. Se conseguir convencer os banqueiros Portugueses (sabe-se lá como...privatizações? Isenções?...muita forma) a emprestarem dinheiro ao Estado Português, além de ganharem muito dinheiro (imaginem 4% ao ano de 20 mil milhões de euros, são 800 milhões de euros num ano apenas com dinheiro do BCE) podem também salvar o Governo de Pedro Passos Coelho.
Daqui a uns meses voltamos a este tema. Será que estou a adivinhar o que irá acontecer?
Porque é que eu não posso ser "banco"? Ia buscar dinheiro ao BCE a 1% e vendia a 5% sem qualquer perigo, se o Estado não pagar fica o BCE a arder, qual seria a consequência? Julgo que nenhuma!
Aqui está uma boa forma de ir sacar dinheiro aos contribuintes e dar aos banqueiros.
Siga...
P.S. Quem é que irá negociar estes empréstimos? Já estou a imaginar a fila de notáveis pronto para as comissões...ups, negociações!
Um ano passado, o BCE dá crédito ilimitado aos bancos a taxas de juro de 1%. Os bancos Portugueses (e os restantes) que apresentem "activos suficientes e elegíveis como colaterais" podem-se financiar a taxas de juro de 1%.
Ou seja, podem comprar dinheiro a 1% e vender, por exemplo, a 4.5% (ganhando 3.5%) nos leilões que o Estado Português venha a fazer nos próximos tempos.
Aqui está uma excelente notícia para o Governo de Passos Coelho. Se conseguir convencer os banqueiros Portugueses (sabe-se lá como...privatizações? Isenções?...muita forma) a emprestarem dinheiro ao Estado Português, além de ganharem muito dinheiro (imaginem 4% ao ano de 20 mil milhões de euros, são 800 milhões de euros num ano apenas com dinheiro do BCE) podem também salvar o Governo de Pedro Passos Coelho.
Daqui a uns meses voltamos a este tema. Será que estou a adivinhar o que irá acontecer?
Porque é que eu não posso ser "banco"? Ia buscar dinheiro ao BCE a 1% e vendia a 5% sem qualquer perigo, se o Estado não pagar fica o BCE a arder, qual seria a consequência? Julgo que nenhuma!
Aqui está uma boa forma de ir sacar dinheiro aos contribuintes e dar aos banqueiros.
Siga...
P.S. Quem é que irá negociar estes empréstimos? Já estou a imaginar a fila de notáveis pronto para as comissões...ups, negociações!
quarta-feira, 29 de fevereiro de 2012
"As pessoas não têm noção do seu poder"
Vi e gostei, por isso partilhei. É mesmo, somos nós que os colocamos lá. Temos o poder de os tirar de lá.

Pode ser visto aqui.

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